‘Entendemos os familiares, mas não tem o que discutir com relação ao teste’ diz Ayres sobre morte de idoso por covid-19

A polêmica sobre a 1ª morte por coronavírus em Alagoas anunciada pelo governador Renan Filho dominou boa parte da live desta terça-feira (31)  onde foram atualizados os números da covid-19, que hoje chega a 18 casos confirmados no estado.

O secretário de Saúde, Alexandre Ayres, disse que entende as postagens de familiares do idoso, negando que a morte tenha sido por covid-19, mas disse que o resultado é idiscutível, se referindo ao comentário feito pela nora da vítima, em um post no perfil do próprio govenador hoje cedo, onde ela diz que a morte teria sido por uma pneumonia. O paciente, de 64 anos, estava internado na UPA do bairro do Trapiche, onde faleceu nessa segunda-feira,30. A família reclama também do atendimento ao paciente.

Na coletiva (assista trecho no final da matéria), o secretário foi enfático ao garantir segurança no diangóstico. “A gente não ia divulgar nenhum resultado se a gente não tivesse a plena convicção e o resultado laboratorial. Não tem o que discutir com relação ao teste”.

 “Estou acompanhando [as redes sociais] e as pessoas querendo dizer que é mentira. A gente tem muita responsabilidade. Familiares estão passando por um momento muito difícil. A gente entende as postagens dos familiares, tentando negar a situação, mas a gente tem muita responsabilidade. A gente não ia divulgar nenhum resultado se a gente não tivesse a plena convicção e o resultado laboratorial, que inclusive está aqui comigo, mas de acordo com a as determinações legais, a gente não pode mostrar, mas o resultado tá aqui em nossa mãos.  Não tem o que discutir com relação ao teste”, garantiu o secretário.

‘O Cieves [Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde] entrou em contato com a família hoje. A esposa do cidadão {da vítima] ontem esteve no Hospital Veredas, foi feita uma tomografia, foi recolhias as amostras dessa senhora e estamos aguardando o resultado Estamos trabalhando com responsabilidade”, ressaltou Ayres.

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